
A seita Nova Era é um reavivamento do Ocultismo Antigo. Ela está historicamente ligada às práticas religiosas da Suméria, da Índia, da Caldéia, da Babilônia e da Pérsia.
O termo "Movimento Nova Era ", ou "Seita Nova Era", é um título novo , embora o Ocultismo não seja novo. Nova Era é uma combinação de espiritualismo e superstição, modismo e farsa.
Do final da década de 50 a meados da de 60, o Movimento permanece como um grande Iceberg, nove décimos abaixo da superfície. Entretanto, na década de 60 ele começou a tornar-se audacioso, emergindo com força total até a década de 80. A igreja de modo geral não reagiu até que o Iceberg tivesse emergido, e até mesmo agora temos atacado o problema sem grande entusiasmo.
Através da história, toda vez que a igreja deixou de combater doutrinas falsas e ensinamentos heréticos, estes se tornaram tormento para ela.
"Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não imitarás as abominações destas nações. Não haja no teu meio, quem faça passar pelo fogo o filho ou a filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos. O Senhor abomina todo aquele que faz essas coisas. É por causa destas abominações que o Senhor teu Deus expulsa essas nações de diante de Ti. Serás perfeito diante do Senhor Teu Deus. As nações que hás de possuir, dão ouvido aos agoureiros e adivinhos. Mas a ti, o Senhor teu Deus não permite tal prática."
Deuteronômio 18: 9 a 14.
A "Era de Aquário" ocupa um lugar central na arena do pensamento da Nova Era. A Teologia deste movimento presume um processo evolucionário. O mundo está à espera de mais reveladores da verdade, como Buda, Maomé, Confúcio, Zoroastro, Moisés, Krishna e finalmente alguém designado como Senhor Maitréia, uma encarnação do Buda, o Iluminado. O Senhor Jesus Cristo é renegado ao papel de um semideus, ou "um de muitos caminhos igualmente bons". Ele, como ensina a Nova Era, com toda a certeza, não é "o caminho, a verdade e a vida", conforme ensinou em João 14:6. Jesus Cristo é visto como a encarnação de um aspecto de Deus, o aspecto do amor de Deus. É a alma encarnada de toda a criação. Ele encarna a energia que é um aspecto consciente do Ser a quem chamamos de Deus ... Ele preferiria que você não orasse à Ele, mas ao Deus dentro de você, que também está dentro dEle, Ele próprio disse: "O reino de Deus está dentro de vós".
Os membros do Movimento Nova Era compartilham uma crença comum de que "tudo é um ", isto é, tudo que existe conjuntamente compõe uma realidade ou substância essencial. Essa realidade final é identificada como Deus, geralmente vista como uma consciência ou poder impessoal.
A Nova Era deriva da crença na divindade inerente ao homem, e de sua crença na divindade de todas as coisas. Assim, a separação da raça humana e Deus, que é óbvia para a Igreja cristã, é tratada de maneira diferente pela Nova Era. Enquanto o cristianismo histórico acredita que o homem foi separado de Deus por transgredir sua lei, o Movimento Nova Era acredita que o homem está separado de Deus apenas em seu próprio consciente. Ele é vítima de falso censo de identidade separada , que o cega à sua unidade essencial com Deus. Portanto, o Movimento Nova Era defende vários métodos de alteração da consciência (Ioga, meditação, mantras, transe de dança, drogas, etc) como meios de salvação. Esses capacitam o homem a experimentar coincidentemente sua suposta união com Deus, uma experiência definida como "Iluminação".
A seita Nova Era também enfatiza fortemente as antigas doutrinas hindus da reencarnação e do carma. A lei do carma, ensina que, faça a pessoa o que fizer, seja bom ou mau, retornará ao mundo na exata proporção, em outra existência. Como a maioria das pessoas não consegue pagar durante uma vida toda o carma ruim que acumularam por suas más ações, são compelidas a voltar em novas encarnações até que todo o seu carma ruim tenha ficado equilibrado pelo carma bom que realizaram.
A divinização do homem pela Seita Nova Era requer o abandono da verdade absoluta, a adoração diante do altar do relativismo ( "Se funcionar, use; se produzir sensação gostosa, faça.") e a obsessão pela reencarnação. A seita é uma crescente ameaça aos cristãos e àqueles que levam a sério as admoestações bíblicas, como: "Eu fiz a terra ...As minhas mãos estenderam os céus...Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento... Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas" (Isaías 45: 12; Mateus 22: 37-40).
DEZ DOUTRINAS - CHAVE DO MOVIMENTO
Examinaremos dez doutrinas-chave e apresentaremos, sem interpretação, o que os escritores da Nova Era têm dito.
1. Deus
Ele não é um indivíduo, mas uma energia sempre em expansão, é tão segura em sua existência que pode constantemente destruir-se e refazer-se. Sua energia é tão incrível que realmente forma todos os universos; e por sua energia estar dentro e por trás de todos os universos, sistemas e áreas, Ele está de fato consciente de cada pardal que cai, pois é cada pardal que cai. Num sentido, não há nada que seja Deus, Deus não existe. E em outro sentido, nada existe além de Deus - apenas Deus existe... Tudo é Deus. E porque tudo é Deus, Deus não existe.
2. Trindade
O Pensamento Eterno é um; em essência, ele é dois - Inteligência e Força; e quando eles respiram, nasce uma criança; essa criança é o Amor. E assim se apresenta o Deus Trino, a quem os homens chamam de Pai - Mãe - Filho.
3. Jesus Cristo
A maioria das pessoas que pensam hoje, rejeitam o conceito que as igrejas evangélicas possuem a respeito de Cristo. Jesus foi um judeu ideal. Quando criança, diferiu pouco das outras, apenas por ter, em vidas passadas, vencido propensões carnais a ponto de poder ser tentado como os outros e não ceder...Ele se qualificou para ser um salvador do mundo, e desde a infância foi dotado de sabedoria superior. Edward nem sempre foi rei, e Lincoln nem sempre foi presidente e Jesus nem sempre foi Cristo. Jesus conseguiu ser Cristo mediante uma vida esforçada.
"Ninguém vem ao Pai senão por mim, não significa que sou de qualquer forma separado ou diferente de vocês exceto no tempo, e o tempo não existe."- foi o que disse Jesus através da falecida Elen Schucman (canalizadora por transe).
4. Expiação
Cristo não foi castigado porque nós somos maus... Deus não acredita em retribuição. Sua mente não cria desta forma. Ele não cobra de nós as nossas más ações. O sacrifício é uma noção totalmente desconhecida para Deus, pois é uma violação da prerrogativa de que devemos ser misericordiosos assim como o Pai que está nos céus é misericordioso.
5. Salvação
Como o homem não está separado de Deus (como crêem os evangélicos) por causa do pecado; mas sim por falta de conscientização da sua divindade; suas más ações merecem perdão, pois ele é um filho de Deus. O perdão não é imerecido. A salvação é simples! Tudo o que ela diz é que o pecado e seu castigo, que nunca foi verdade , não é verdade agora e jamais será.
6. O céu, Inferno e o Juízo Final
O inferno se projeta da teologia do Antigo Testamento e sua apresentação de um Deus cheio de ódio e ciúmes é um conceito repudiado por todas as pessoas racionais, sinceras e pensantes. Ninguém com qualquer poder verdadeiro de raciocínio ou com qualquer crença verdadeira num Deus de amor aceita o céu dos clérigos ou tem qualquer desejo de ir lá. Aceita menos ainda o "lago que arde com fogo e enxofre"(Apocalipse 21:8) ou a tortura eterna à qual se supõe que um Deus de amor condena todos aqueles que não crêem nas interpretações teológicas da Idade Média, dos fundamentalistas modernos, ou dos clérigos irracionais que procuram - através de doutrina, medo e ameaças - manter as pessoas na linha com o velho e obsoleto ensinamento. O céu não é um país a ser alcançado; é um estado de espírito. Deus nunca fez um céu para o homem; nunca fez um inferno; somos criadores e fazemos os nossos próprios céu e inferno. O juízo final é uma restauração final da sã consciência em vez de uma distribuição de castigo. Significa apenas que todos finalmente chegarão a compreender o que é valioso e o que não é.
7. Poderes Demoníacos
Lúcifer é um anjo, um ser, uma grande e poderosa Consciência Planetária.
Cada pessoa possui energias que formam seu vulto mental; as energias negativas formam seu vulto mental negativo . A junção de todos esses vultos individuais, formam um grande vulto mental coletivo conhecido por Satanás. Quando olhamos para Satanás, vemos o vulto mental negativo de Lúcifer, e por esse vulto ser grande, temos a idéia errada que Lúcifer é só energia negativa; mas ao nos aproximarmos sem medo e com amor, podemos então ver o verdadeiro anjo de luz (pois o seu vulto positivo também é enorme) que ali está tentando trazer luz ao mundo interior do homem.
Naturalmente, sim, as forças do mal fazem parte de Deus. Elas não estão separadas de Deus. Tudo é Deus. Logo, Lúcifer também é uma parte de Deus.
8. Segunda Vinda de Cristo
Num sentido muito real, Findhorn (uma comunidade da Nova Era na Escócia) representa a segunda vinda.
Na tradição esotérica, o Cristo não é o nome de um indivíduo, mas de uma Posição na Hierarquia. O atual ocupante desta posição o Senhor Maitréia, a vem ocupando por 2600 anos, e manifestou-se na Palestina através de seu discípulo, Jesus, pelo método ocultista de sobreposição, a forma mais freqüentemente usada para a manifestação de avatare (Avatar - Uma pessoa que "desce" de cima em forma humana como manifestação da divindade e que revela a verdade divina as pessoas. Uma pessoa dessa supostamente já progrediu além da necessidade de se reencarnar em outro corpo ( isto é, já não tem mais "carma ruim" que precise pagar). Ele jamais deixou o trabalho, mais por 2000 anos tem esperado e planejado para o tempo futuro imediato, treinando seus discípulos e preparando-se para a tremenda tarefa que o espera. Ela já deu a conhecer que, desta vez, Ele próprio virá.
9. Reencarnação
Quando o Cristo esteve aqui, anteriormente, em pessoa, disse: "Sede vós, pois, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai que está nos céus" (Mateus 5:48) - esta é a Lei de Renascimento. Desta vez, ele ensinará aos homens o método pelo qual essa possibilidade poderá converter-se em um fato consumado, pelo constante retorno da alma reencarnante á escola da vida na Terra, a fim de submeter-se ao processo de aperfeiçoamento.
"Tudo o que o homem semear, isso também ceifará"(Gálatas 6:7) - São Paulo expõe, nessas palavras, a antiga e verdadeira instrução da Lei de Causa e Efeito, chamada no Oriente a Lei do Carma.
A imortalidade da alma humana e a inata capacidade do homem espiritual, interno, para obter sua própria salvação de acordo com a Lei do Renascimento, em resposta à Lei de Causa e Efeito, são fatores subjacentes que regem o comportamento e a aspiração humana. Ninguém pode fugir a essas leis que condicionam o homem, até que este tenha alcançado a perfeição determinada e desejada, e possa manifestar-se na Terra como um filho de Deus que atua corretamente (O capítulo A Reencarnação e a Nova Era trabalhará este assunto mais detalhadamente).
10. A Nova Era
A Era Aquariana é preeminentemente uma era espiritual, e a face espiritual das grande lições que Jesus deu ao mundo podem agora ser compreendidas pelas multidões de pessoas, pois muitos estão agora entrando numa fase adiantada de consciência espiritual...
Até agora temos nos movido com a evolução. Agora chega a hora de tornar-nos os servos da evolução, e através de nossa própria consciência liberar a luz, o amor e a sabedoria que levarão a nossa renúncia da herança espiritual (isto é, uma atitude de auto-sacrifício, de "desistir do bom a fim de obter o melhor") à realização na redenção ocultista do mundo.
RESPOSTAS BÍBLICAS AOS ENSINAMENTOS DA NOVA ERA
A Igreja tem estado na linha de frente resistindo ao ocultismo por quase 2.000 anos. É correto dizer que a maioria dos erros modernos são apenas antigas heresias e doutrinas em diferentes roupagens, talhadas para a época em que vivemos.
Portanto, não deveria surpreender-nos que as antigas respostas da sabedoria acumulada e da autoridade teológica dos apóstolos, dos Pais da Igreja, e dos reformadores sejam os melhores meios de combater o ocultismo antigo em suas formas modernas.
O Deus Trino e Pessoal
Na teologia da Nova Era, o Deus trino da Bíblia é visto como um campo impessoal de energia cuja única verdadeira estrutura pessoal é a soma de suas partes. Tanto o judaísmo quanto o cristianismo abominam essa concepção essencialmente hindu, afirmando um monoteísmo inabalável - uma divindade pessoal, benevolente e amorosa que é imanente (que existe sempre num dado objeto e inseparável dele) dentro de sua criação, e contudo transcende em infinidade por ser o seu criador.
Ao contrário do que declara a seita Nova Era, Deus é um espírito pessoal (João 4:24: "Deus é Espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.").Disse-nos ele: "...Eu sou o Deus Todo- poderoso: anda na minha presença, e sê perfeito."(Gênesis 17:1).
Esse Deus eterno revelou-se na Bíblia com Pai, Filho e Espírito Santo: "... batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo..."(Mateus 28:19).
O Deus da criação tem memória reflexiva: " Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor..." (Jeremias 29:11).
Ele afirma a sua singularidade: "Eu sou o Senhor, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra às imagens de escultura."(Isaías 42:8).
Seu conhecimento é sem limites: "... Deus é maior do que o nosso coração, e conhece todas as coisas."(I João 3:20).
Ele possui vontade : "... a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."(Romanos 12:2); "Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu."(Mateus 6:10).
O Deus da Bíblia é também o juiz do universo: "Por isso, assim lhes diz o Senhor Deus: Eis que eu mesmo, julgarei entre ovelhas gordas e ovelhas magras"(Ezequiel 34:20); "... estabeleceu um dia em há de julgar o mundo com justiça..."(Atos 17:31); "Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo" (II Coríntios 5:10).
Essas são apenas algumas das descrições dadas na Escritura, mas são mais do que adequadas para revelar o nítido contraste existente entre deuses modelados à imagem dos homens ou Satanás, e o Deus vivo.
Freqüentemente, os adeptos da Nova Era dirão que rejeitam o conceito bíblico de Deus e até mesmo a autoridade das Escrituras, mas sua incoerência emerge pois eles persistem em citar passagens para reforçar sua própria posição. Por que citar como prova o que se diz não ser confiável? A verdade é que eles acham impossível funcionar sem certa referência básica ao Deus eterno, e não devemos hesitar em citar exemplos do uso que fazem da Bíblia como prova de incoerência e falta de integridade espiritual e acadêmica.
Jesus Cristo:
Os milagres comprovados de Jesus de Nazaré proclamam-no como o Verbo de Deus encarnado. Os adeptos da Nova Era buscarão em vão qualquer guru em sua história que tenha alimentado 5.000 pessoas com cinco pãezinhos e dois peixes, que diante de inúmeras testemunhas tenha curado enfermos, purificado leprosos, ressuscitado mortos, aberto os olhos de cegos e ouvidos de surdos, expelido demônios, e demonstrado o amor de Deus aos pobres de tantas maneiras maravilhosas. E quantos deles algum dia caminharam sobre a água?
Existe bom motivo para a grande antipatia da parte da Nova Era no que diz respeito ao Cristo histórico e à revelação bíblica. Jesus simplesmente desafia todas essas categorias e humilha todas as suas obras. Isto ele faz precisamente por ser o Filho unigênito de Deus. O homem de Nazaré não foi apenas uma pessoa extraordinariamente boa, um profeta ou sábio habitado pelo Cristo ou pela Consciência Cósmica, como proclama a Nova Era. É o Rei dos Reis e o Senhor dos Senhores, Criador de todas as eras ("Havendo Deus, outrora, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, ao s pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho a quem constituiu herdeiro de toda s as cousas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as cousas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas." Hebreus 1:1a3), e permanece o Caminho, a Verdade e a Vida.
A Degradação da Humanidade
É um ensinamento da Nova Era que o homem nasce neste mundo tanto bom quanto divino em sua natureza. A salvação depende de ele olhar dentro de si para a sua natureza espiritual, e reconhecer que é deus. Um escritor da Nova Era declara:
"O homem como a imagem de Deus já está salvo com salvação perene... O homem é a imagem e semelhança de Deus; o que for possível a Deus é possível ao homem como o reflexo de Deus."
O registro bíblico reflete constantemente o fato de que o homem é pecador, que ele transgrediu a lei de Deus. O apóstolo Pedro nos informa que Cristo morreu por nossos pecados com o propósito de reconciliar a nós, os injustos, com Deus ("Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus..." I Pedro 3:18). Paulo concorda, escrevendo: "Não há um justo, nem um sequer... Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus."(Romanos 3:10,23). O movimento Nova Era nega a doutrina bíblica do pecado e apresenta a reencarnação como meio de expiação, na tentativa de fugir ao significado da cruz. é como disse um escritor da Nova Era: "Ninguém que se veja como culpado pode evitar o medo de Deus."
A doutrina da redenção ou salvação pessoal do pecado é o cerne do judaísmo e do cristianismo, não admira que esse conflito seja inevitável, dada a definição de salvação do movimento Nova Era.
Juízo, Céu e Inferno
O problema do mal, do juízo dos erros e de recompensa da retidão é tratado no movimento Nova Era essencialmente sob o conceito da reencarnação, segundo a lei do carma. O ensinamento da Nova Era elimina o céu e o substitui pelo nirvana, a idéia budista de que todas as almas humanas serão eventualmente absorvidas na grande "alma mundial". O inferno é o que colhemos aqui na forma de "carma ruim" ou castigo por erros cometidos em vidas passadas. Isso é o mais próximo que o movimento Nova Era chega do conceito de juízo divino.
A Bíblia descreve o juízo quando o Senhor Jesus Cristo presidirá e separará as ovelhas dos bodes, os crentes dos descrentes. Os crentes entrarão para o reino de Deus tendo o céu por lar, e os outros entrarão para aquele reino que Jesus disse estar "preparado par o diabo e seus anjos"(Mateus 25:41). Cristo também disse claramente: "E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna"(Mateus 25:46).
O Problema do Mal
Ao discutir o problema do porque da existência do mal e por que Deus permite que Satanás e os poderes demoníacos tenham qualquer controle neste mundo, o movimento Nova Era assume uma posição muito definida:
"É importante ver que Lúcifer, do modo como estou usando este termo, é um anjo, um ser, uma grande e poderosa consciência planetária. Não é aquele vulto mental popular de Satanás, que procura levar o homem pelo caminho de pecado e erros... O homem é o seu próprio Satanás da mesma maneira que o homem é a sua própria salvação." Na teologia da Nova Era, Satanás torna-se a "outra face escura da Força", para usar o vernáculo de Guerra nas Estrelas, de George Lucas. Essa Força enche todo o universo e o sustenta por ser uma com o universo. Por conseguinte. Benjamim Creme pode escrever muito despreocupadamente:
"Naturalmente, sim, as forças do mal fazem parte de Deus. Elas não são separadas de Deus. Tudo é Deus."
A Bíblia, contudo, pinta um quadro bem diferente da "Força", ela descreve Satanás como "o deus deste século" (II Coríntios 4:4), ou, nas palavras de Jesus, "o príncipe deste mundo"(João 12:31). Ele é rotulado "homicida desde o princípio"(João 8:44) e por seus atos malignos, será inevitavelmente derrotado pelo Senhor Jesus e lançado no lago de fogo conforme vemos em Apocalipse 20:10.
Vemos nas Escrituras as atividades de um Satanás pessoal, não a criação vazia do pensamento da Nova Era. foi essa entidade pessoal que tentou o Senhor Jesus Cristo (Lucas 4:1-13).
O movimento Nova Era deixa de reconhecer que os chamados "seres superiores", fazendo-se passar por avatares (mensageiros) divinos ou mesmo pelos espíritos dos mortos, são, na realidade, anjos caídos, controlados diretamente por Satanás e inimigos declarados da igreja de Jesus Cristo.
A Segunda Vinda de Cristo
Os adeptos da Nova Era inclinam-se a pensar que se a ressurreição de fato chegou a ocorrer, foi uma ressurreição do espírito pressagiando a futura reencarnação do Cristo ou consciência cósmica. Eles não estão, de forma alguma, preparados para confessar a ressurreição corpórea de Cristo, mas o evangelho de João registra que Cristo apareceu aos seus discípulos e apóstolos, chegando a apresentar seu corpo para ser examinado por Tomé (João 20:24-28).
A teologia da Nova Era tenta neutralizar o evento da Segunda Vinda de Cristo espiritualizando-o, ligando-o ao aparecimento de "mensageiros divinos" como o Maitréia, ou tentando apontar um evento específico como sendo o seu cumprimento.
A REENCARNAÇÃO E A NOVA ERA
Um dos ensinamentos chaves do movimento Nova Era, uma doutrina virtualmente essencial a todo o seu conceito de "salvação", é a doutrina da transmigração da alma - ou, como é conhecida popularmente no mundo ocidental, reencarnação.
Nos últimos anos, as pessoas têm ficado mais sensíveis e mesmo mais cordiais à idéia de reencarnação. Isso pode ser atribuído à
penetração de nossa cultura pelo hinduísmo e outras religiões que têm exercido poderosa influência.
O movimento Nova Era, conforme observamos, depende fortemente do conceito do renascimento cíclico operando segundo a lei do carma (o que o você semear, colherá em proporções idênticas). A justiça é satisfeita pelo fato de que não importa quanto tempo demore e quantas reencarnações sucessivas sejam necessárias, a pessoa continua pagando suas más ações até que "seu carma ruim seja equilibrado pelo carma bom".
A Reencarnação e a Bíblia
As passagens bíblicas que se seguem são citadas com freqüência por defensores da reencarnação a fim de substanciar seu ponto de vista. Embora nem todos os reencarnacionistas utilizem as mesmas passagens bíblicas como textos de prova, os versículos que citaremos são continuamente usados em quase todo livro que trata do assunto.
Passagens do Antigo Testamento:
"Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá." (Jó 1:21)
Os reencarnacionistas argumentam que Jó estava sugerindo um futuro retorno ao ventre da mãe para renascer.
A Resposta Cristã: Os hebreus equiparavam o ventre ao pó da terra (Gênesis 3:19). Eles raciocinavam que assim como o homem veio do pó da terra na criação, também voltaria ao pó na morte. Uma ilustração disso é vista claramente no Salmo 139:13-15, onde "ventre" e "profundezas da terra" são equivalentes. Portanto, o contexto da declaração de Jó se referia ao destino do corpo na morte, seu apodrecimento e desintegração final no pó de onde tinha vindo, não a uma futura encarnação.
"O Senhor me possuiu no princípio de seus caminhos, antes de sua obras mais antigas... Desde a eternidade fui ungida, desde o princípio, antes do começo da terra... Antes que os montes fossem firmados... Eu estava lá quando ele preparou os céus... Quando compôs os fundamentos da terra. Então eu estava com ele, e era seu arquiteto. Eu era cada dia as suas delícias, folgando perante ele em todo o tempo." Prov.8:22-31
Os reencarnacionistas argumentam que essas passagens se referem à pré-existência da alma, e, portanto, uma alusão óbvia às almas pré-encarnadas que aguardam o renascimento.
A Resposta Cristã: Primeiro, a pré-existência da alma não prova que a reencarnação seja verdadeira. Segundo, não se segue necessariamente que a crença na pré-existência da alma requeira a crença na reencarnação. Argumentando dessa maneira, os reencarnacionistas presumem o que estão tentando provar. Terceiro, o contexto de Provérbios 8 não se refere à pré-existência literal de almas ou reencarnação. Antes, o contexto se refere à Sabedoria de Deus como tendo existido desde toda a eternidade como guia daqueles que a buscam no Senhor. Ademais (e a maioria dos comentários modernos corroborarão [confirmarão] isto), o escritor de Provérbios está comunicando (em poesia hebraica) uma Sabedoria personificada mais antiga do que a criação - algo que a mente judaica compreendia com clareza.
"Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Antes que eu te formasse no ventre, te conheci, e antes que saísses da madre te santifiquei..." Jer.1:4-5
Aqueles que acreditam na reencarnação dizem que essa passagem prova que Deus literalmente conhecia os indivíduos antes que eles nascessem. Portanto, Jeremias havia vivido antes.
A Resposta Cristã: O contexto da passagem indica que Deus não estava se referindo á vida passada de Jeremias ou à pré-existência literal, mas à presciência de Deus e à vocação de Jeremias como profeta mesmo antes de ele ter nascido. Em outras palavras, a vocação e o nascimento de Jeremias existiam na mente de Deus antes de terem de fato ocorrido. Ademais, a presciência de Deus é um tema que nada tem de incomum em todo o Antigo e o Novo Testamento (ver Isaías 46:9-10, Gálatas 1:15. Romanos 4:17). Visto ser Deus onisciente, tendo conhecimento de todos os eventos (passados, presentes e futuros), seria uma conclusão lógica o fato de ele poder falar de indivíduos ou eventos que ainda não fossem fisicamente uma realidade. Paulo confirma isso em Romanos 4, ao observar que Deus "chama á existência as coisas que não são como se já fossem"(4:17).
Passagens do Novo Testamento
"E, se quiserdes dar crédito, ele (João Batista) é o Elias que havia de vir." Mateus 11:7-14
Os reencarnacionistas alegam que Jesus estava declarando claramente que João Batista era a reencarnação do profeta Elias.
A Resposta Cristã: O argumento que João Batista era a reencarnação de João Batista pode ser contestada simplesmente apontando-se que o papel ou ministério de João Batista era "no espírito e poder" do ministério de Elias (Lucas 1:17). Em parte alguma o texto declara que João Batista é literalmente Elias reencarnado. O fato é que João Batista, quando lhe perguntaram se era Elias, negou (João 1:21). Jesus estava apenas declarando que João Batista estava cumprindo de modo funcional e profético o ministério do profeta Elias como a "voz do que clama no deserto".
"Jesus e seus discípulos partiram para as aldeias de Cesaréia de Filipe. No caminho perguntou-lhes: Quem dizem os homens que eu sou? Responderam-lhe eles: João Batista; outros: Elias; e ainda outros: Um dos profetas. Então lhes perguntou: Mas vós quem dizeis que eu sou?" Marcos 8:27-30
Os reencarnacionistas presumem que, por ter pedido aos discípulos que o identificassem, Jesus estava intencionalmente indicando que havia vivido antes.
A Resposta Cristã: Conquanto seja verdade que os outros estavam enganados com relação à identidade de Jesus, os discípulos (especificamente Pedro) o identificaram com exatidão como o Cristo, o Messias (v.29). Jesus confirma a confissão de Pedro advertindo-os a que não falassem a ninguém sobre a sua identidade naquela ocasião. Portanto, longe de indicar a reencarnação, tanto Pedro quanto Jesus concordam: Ele (Jesus) era o Messias que os judeus esperavam, o cumprimento das escrituras proféticas.
"Em verdade, em verdade te digo que quem não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." João 3:3
Os reencarnacionistas argumentam que Jesus se estava referindo ao renascimento cíclico quando disse que é preciso nascer de novo.
A Resposta Cristã: O contexto de João 3:1-12 se refere claramente ao renascimento espiritual, não ao renascimento físico. Jesus mostrou isso no versículo seis quando falou: " O que é nascido da carne, é carne, mas o que é nascido do Espírito, é espírito". Ademais, a frase "nascido de novo" é freqüentemente traduzida por "nascido de cima", mantendo-se fiel á linguagem original. Implícita nessa declaração está a doutrina bíblica da regeneração ou conversão, evento que ocorre apenas uma vez e nada tem remotamente a ver com o renascimento cíclico. Pedro declara a mesma idéia quando escreveu: "Tendo sido regenerado, não de semente corruptível, mas de incorruptível, pela palavra de Deus, a qual vive e é permanente" (I Pedro 1:23).
"Quando Jesus ia passando, viu um homem, cego de nascença. Os discípulos de Jesus perguntaram: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? João 9:1-2
Os reencarnacionistas acreditam que esse homem nasceu cego por causa de más ações que havia cometido na vida anterior - uma óbvia referência à lei do carma.
A Resposta Cristã: O argumento é refutado prontamente ao se ler mais adiante o texto. O versículo três diz: "Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais, mas isto aconteceu para que se manifestem nele as obras de Deus." Se essa tivesse sido uma situação envolvendo um mau carma, Jesus claramente não teria falado o que falou, nem teria curado o homem de sua enfermidade. A teologia da reencarnação proíbe alguém de interferir com o carma de outra pessoa.
"Este Melquisedeque, rei de Salém... ou seja, rei de paz. Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias, nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus... Hebreus 7:1-3
Os reencarnacionistas argumentam que Melquisedeque foi uma encarnação anterior de Jesus Cristo.
A Resposta Cristã: Embora detalhes da vida de Melquisedeque sejam um tanto incompletos, a maioria dos comentários indica ter sido ele um protótipo, ou modelo, de Cristo que havia de vir. Ele é chamado de homem, e não poderia ter sido Cristo porque houve apenas uma encarnação (ver João 1:1, 14, 18). Ademais, mesmo uma leitura superficial de Hebreus 7:17 indicará que Cristo é um sumo sacerdote "segundo a ordem" ou à semelhança de Melquisedeque, não que ele foi Melquisedeque numa vida anterior.
Argumentos em Favor da Recordação de Vidas Anteriores
Os advogados da reencarnação argumentam que ela é verdadeira porque muitas pessoas já experimentaram recordação vidas anteriores. As experiências de recordação de vidas anteriores se classificam em diversas categorias. Três tipos principais são: (1) recordação intuitiva, (2)recordação psíquica e de (3) regressão hipnótica.
Recordação Intuitiva
A recordação intuitiva ou, déjà vu, é a experiência de uma sensação ou forte impressão de que já se viu a mesma coisa antes ou se conheceu alguém antes, embora a pessoa possa estar vendo algo ou encontrando alguém pela primeira vez. Os reencarnacionistas argumentam ser isso uma indicação de que a pessoa de fato já conheceu a outra ou visitou aquele lugar numa vida anterior.
A Resposta Cristã: A recordação intuitiva pode ser explicada ao se mostrar que, quando a pessoa sente que já esteve em algum lugar antes, ou acha que já conheceu a outra pessoa antes, está simplesmente experimentando uma tentativa do subconsciente de relacionar a presente experiência a algo no passado. Por exemplo, a pessoa pode ter visto uma figura ou fotografia daquela pessoa ou lugar e, embora não possa lembrar-se de ter visto, sua mente subconsciente relaciona o encontro à figura ou fotografia, fazendo com que ela pense ter estado lá antes, ou ter conhecido a outra pessoa numa vida anterior.
Recordação Psíquica
A recordação psíquica é lembrar-se de vidas anteriores por meio de sessões, médiuns, ou experiências de percepção extra sensorial. Os reencarnacionistas argumentam que, visto o conhecimento adquirido através desses meios ser sobrenatural, deve, portanto, ser verdadeiro.
A Resposta Cristã: Informação adquirida por meios ocultistas não levarão a pessoa à verdade, mas ao erro. Embora a experiência possa ser real, ou mesmo sobrenatural, se não foi alicerçada na verdade, levará a pessoa a maior engano. Informação adquirida através de experiências com sessões, médiuns ou percepção extrasensorial é de natureza ocultista, e portanto, fraudulenta. Visto a Bíblia ensinar que a participação em qualquer atividade ocultista é proibida (Êxodo 22:18; Levítico 19:31; Deuteronômio 13:1-5), e que o verdadeiro poder por trás de tais práticas é satânico e maligno, os que buscam validar suas experiências através desses meios estão sendo levados ao engano de acreditar que já viveram antes.
Regressão Hipnótica
A regressão hipnótica é a recordação de vidas passadas mediante a hipnose. Os reencarnacionistas argumentam que se a pessoa se lembra da vida anterior sob hipnose, então deve tê-la experimentado.
A Resposta Cristã: Esse é o argumento mais popular dado para sustentar a recordação de vidas anteriores, mas ainda se encontra sob suspeita da parte de muitos hipnotistas profissionais. A natureza do estado hipnótico ainda é vastamente desconhecida. Além disso, o assunto é altamente susceptível a sugestões, e outras transmissões mentais ou psico-espirituais, e portanto não confiáveis.
Os casos que envolvem regressão hipnótica estão derivando sua informação de lembranças da mente subconsciente ou de fontes ocultistas genuínas. Nenhum caso é suficiente para provar que a reencarnação é verdadeira.
A Salvação Desesperançada da Reencarnação
Ao lermos as múltiplas referências por escritores da Nova Era à reencarnação e ao carma, vemos um fio passando virtualmente por todas elas. O propósito da reencarnação é de, com efeito, expiar as más ações (pecados pessoais no contexto cristão). Cada renascimento na roda reencarnacionista da vida proveria a oportunidade de corrigir os erros de vidas passadas, de forma que a redenção ou absorção final da alma pela alma mundial divina (nirvana ou paraíso) removeria qualquer necessidade de um salvador para os pecados.
Tornamo-nos nossos próprios salvadores. A doutrina da reencarnação é um ataque sutil e mascarado contra a salvação que Jesus Cristo comprou para a igreja na cruz. O escritor de Hebreus declara:
"Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para se oferecer a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio; doutra forma, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação." Hebreus 9:24-28
É nos relembrado que "com uma só oferta aperfeiçoou para sempre os que estão sendo santificados"(Hebreus 10:14). O escritor de Hebreus não deixa de nos relembrar repetidamente que Cristo fez "por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade nas alturas"(Hebreus 1:3).
A figura do servo sofredor retratada em Isaías 53 e cumprida no Calvário quando o Senhor Jesus bradou "está consumado" é totalmente estranha aos reencarnacionistas. E da mesma forma que eles não precisam que Cristo morra por seus pecados, não precisam aceitar a sua ressurreição dos mortos para selar a aliança da redenção divina. A reencarnação na seita Nova Era é um meio de evitar a cruz e substituir a nossa ressurreição, não por um corpo imortal ou glorificado, conforme ensina o Apóstolo Paulo em I Coríntios 15:51-54, mas por uma procissão infinita de corpos corruptíveis, nos quais precisamos tentar operar a nossa salvação final pela lei do carma.
PERIGOS DA NOVA ERA HOJE
A Nova Era tem penetrado nos vários setores da educação, política e religião.
Na educação:
Professores têm levado seus alunos a praticar imaginação direcionada (coisa que ensina às crianças uma maneira de enfrentar problemas que deixa Deus de fora), meditação, ioga.
O globalismo, que tem sido ensinado na sala de aula, é perigoso porque é baseado num conceito monístico do mundo, o qual adota não apenas a unidade de toda a humanidade, como também uma unidade de todas as crenças religiosas.
Abraão Lincoln disse: "A filosofia da educação em uma geração será a filosofia de governo na próxima".
Na política:
The Green Party (O Partido Verde) - é um crescente poder político que procura desafiar a política tradicional
enfatizando questões como a ecologia, o feminismo e o desarmamento. Há partidos verdes ativos em cada país na Europa Ocidental, muitos países asiáticos, no Canadá, no México, na Costa Rica, na Argentina e no Brasil. Nos Estados Unidos, aproximadamente uma centena de grupos verdes locais estão ligados através de uma rede e uma central de distribuição nacionais, a comitês de Correspondência.
Greenpeace U.S.A.(Paz Verde E.U.A.) - O grupo Paz Verde é uma organização ambiental sem fins lucrativos com mais de 2,5 milhões de membros no mundo todo. O objetivo último do grupo é engendrar uma "consciência planetária" no mundo. Eles promovem ecologia marítima, desarmamento e a prevenção de poluição tóxica. Eles atingem seus objetivos de duas maneira: educando as pessoas e defendendo seus interesses junto ao poder legislativo. O Greenpeace é totalmente Nova Era e afirma que "nosso objetivo final... é ajudar a efetuar aquela mudança básica em nosso modo de pensar conhecida como "consciência planetária".
Planetary Citizens (Cidadãos Planetários) - Esse é um grupo ativista dedicado a engendrar a "consciência planetária" entre os grupos da Nova Era, o público em geral, os líderes mundiais.
"Ao contrário do misticismo oriental tradicional, que tende a ser reclusivo, o movimento Nova Era é cada vez mais marcado por esforços de penetrar a sociedade. A força por trás disso é uma ética evolutiva que enfatiza um equilíbrio entre a "transformação" interna (pessoal) e externa (social).
Os adeptos da Nova Era podem divergir sobre questões como quando a Nova Era começa, se ela será precedida por um cataclisma mundial, como será estruturada politicamente, se haverá uma figura de Cristo governando-a, ou quem são os verdadeiros avatares (deuses-homens) ou mensageiros do mundo dos espíritos. Não obstante, eles concordam que podem apressar a nova ordem que todos aguardam cooperando para influenciar os acontecimentos na vida política, econômica, social e espiritual da nossa cultura." Elliot Mille
COMO IDENTIFICAR A NOVA ERA
1. O grupo está abertamente comprometido em promover a Nova Era (isto é, a Era de Aquário);
2. Defende abertamente crenças distintas da Nova Era como o monismo ("tudo é Um"), o panteísmo ("tudo é Deus"), o gnosticismo (a salvação ou a cura espiritual vem através de experiências especiais de iluminação), carma e reencarnação, evolução espiritual, mestres evoluídos (em pé de igualdade com Cristo), etc. ;
3. Defende abertamente práticas da Nova Era e do ocultismo com canalização/mediunidade, astrologia, cura psíquica, numerologia, mágica, vários métodos para induzir estados alterados de consciência (por exemplo: meditação, mantras, privação sensorial, hipnose, etc), e o uso de cristais ou pirâmides por motivos psíquicos;
4. Usa terminologia especificamente da Nova Era como "crie sua própria realidade", "Eu superior", "auto-realização", "consciência cósmica", "energia universal", "chacras", "kundalini", "yin e yang", etc.
Bibliografia:
COMO ENTENDER A NOVA ERA - Walter Martin - Editora Vida